quarta-feira, 10 de outubro de 2012

As ações que mais subiram no ano e o que elas têm em comum


De acordo com levantamento do Portal InfoMoney, as ações do frigorífico Minerva (BEEF3) apresentam maior alta no ano, com valorização de 140,03%


SÃO PAULO – De uma maneira geral, o mercado acionário brasileiro segue indefinido, alternando momentos de maior euforia com outros de perdas importantes. O Ibovespa (principal índice da bolsa de valores brasileira) continua de lado ao longo do ano e acumula (até o dia 8 de outrubro), valorização de 4,52%.
No entanto, algumas empresas estão apresentando comportamento bem diferente a suas ações registram valorização expressiva no ano. De acordo com levantamento do Portal InfoMoney, as ações do frigorífico Minerva (BEEF3) apresentam maior alta no ano, com valorização de 140,03%. Em seguida, figuram as units da Kroton - foto - (KROT11), que avançaram 102,07% em 2012.
Kroton Educacional 03 - Fachada Pitágoras
Outra empresa de educação, a Estácio (ESTC3), também figura nesta lista, com elevação de 100,42% conforme a tabela a seguir:
ações
AçãoEmpresaValorização no ano*
InfoMoney
*Até as 11h do dia 9/10
BEEF3Minerva140,03%
KROT11Kroton102,07%
ESTC3Estácio100,42%
FJTA4Forjas Taurus96,24%
SAPR4Sanepar96,19%
GRND3Grendene90,04%
RADL3Raia Drogasil88,94%
HYPE3Hipermarcas 88,47%
VLID3Valid 86,61%
FJTA3Forjas Taurus ON 79,73%
LEVE3Metal Leve78,69%
AMIL3Amil 78,09%
SCAR3São Carlos 75,54%
MILS3Mils 75,34%
SBSP3Sabesp 74,56%
Ações voltadas para consumo interno
O diretor da Valore Investimentos Personalizados, Sérgio Quintella, aponta que as ações que mais valorizaram no ano são prioritariamente de empresas voltadas para o consumo interno.

Ele lembra que os setores de commodities e bancos, que historicamente concentram a maior parte dos investimentos, apresentam dificuldades este ano, beneficiando as ações de empresas ligadas a outros setores. “Tradicionalmente os brasileiros investem em sua grande maioria em papéis voltados a commodities e bancos. No entanto, os papéis que representam empresas fabricantes de commodities são muito dependentes da recuperação da economia mundial e os bancos, com a queda das taxas de juro, também encontram um viés negativo, já que o spread tende a diminuir. Este cenário beneficiou as empresas que dependem mais do cenário interno”, aponta Quintella.
O economista-chefe da corretora Souza Barros concorda. “Desde o começo do ano temos aconselhado ações de empresas voltadas para o mercado interno. Acreditamos que, com os estímulos do Governo, como a redução dos juros, estas empresas podem se beneficiar do crédito mais barato”, pontua.
Entre as três que mais valorizaram, aparecem duas empresas de educação – Kroton e Estácio. Para Vieira, elas se beneficiam de programas de crédito estudantil, como o Fies, e do crescimento da educação a distância. “O ensino à distância está crescendo e possibilita um aumento no quadro de alunos, com um custo baixo para as empresas”, afirma o economista.
Para Quintella, o mercado de trabalho aquecido beneficia o desempenho dessas companhias. “Com as pessoas buscando níveis melhores de educação, o horizonte é bastante promissor”, acredita.
Small Caps
O diretor da Valore ressalta que a lista das ações que mais valorizaram é composta basicamente por small e mid caps. “Grande parte das empresas que são voltadas ao mercado interno são também small caps. Há um potencial de entrega de resultados melhor em empresas que dependem deste mercado”, diz.

No entanto, ele recomenda que, antes de investir em uma small cap, o investidor fique ciente das características destas ações. “Elas não possuem uma liquidez tão grande quanto outras e podem apresentar mais instabilidade do que Blue Chips. Portanto nossa sugestão é que o investidor tenha um perfil de longo prazo quando se investe nestas empresas”, ressalta. “Um investidor operando Vale com um milhão não abala o mercado. Já este montante em alguma small cap pode causar grande variação para cima ou para baixo e o pequeno investidor acaba surfando esta onda”, continua.
No longo prazo, ele acredita que os fundamentos prevalecem e o investidor pode ter bom ganho se comprar papéis de uma small cap a um bom preço e souber esperar. “Caso o investidor não queira se atentar a estas questões, vale mais a pena aderir a um fundo com gestão profissional”, conclui.
Por Diego Lazzaris Borges 

Telefônica Brasil segue líder entre as mais recomendadas de dividendos

Companhia está no topo do ranking pelo 2º mês seguido; entre as elétricas, Coelce é a mais bem posicionada


SÃO PAULO - Pelo segundo mês seguido, as ações da Telefônica Brasil (VIVT4) seguem na liderança entre as mais recomendadas de dividendos dentre as carteiras compiladas pela Infomoney de outubro. Já os ativos de algumas companhias elétricas, que tiveram forte queda no número de citações em meio ao cenário ruim para o setor, voltaram a ganhar algum espaço.
O destaque do setor ficou com as ações da Coelce (COCE5), que passaram para o segundo lugar, ante a quinta posição do mês anterior, indo de três para quatro indicações em carteiras. Completando o cenário das empresas de energia, as units da Taesa (TAEE11) foram as que apresentaram maior alta, sendo citadas três vezes neste mês ante uma vez em setembro.





Por outro lado, dentre as maiores baixas, estiveram os papéis da Transmissão Paulista (TRPL4), que fizeram o caminho inverso aos da Taesa ao terem apenas uma citação ante três do mês anterior. Outra ação que teve forte baixa no número de recomendações foi a da Cemig (CMIG4), com duas recomendações ante cinco do mês anterior, assim como para a AES Tietê (GETI4), que recebeu três votos ante seis citações.
Energia merece cautela - ainda
O cenário segue cauteloso para as duas companhias, aponta a Rico Corretora, até que os termos de renovação das concessões das empresas do setor junto ao governo federal sejam definidos. Para este mês, foram compiladas dez carteiras, ante doze de setembro. 

Vale ressaltar que, em setembro, o IEE (Índice de Energia Elétrica), índice que acompanha as ações das empresas do setor, registrou forte baixa de 8,27%, após cair 5,57% no mês anterior. Contribuindo para o cenário negativo, estiveram as declarações emitidas pelo governo de redução das tarifas de energia elétrica, além da proximidade do período de renovação de concessões para algumas companhias.
Infomoney - Por Lara Rizério 
Recomendações em carteiras de dividendos
AçãoOutubro/12Setembro/12
Telefônica Brasil PN58
Coelce PN43
Cielo33
AES Tietê PN36
Tractebel ON35
Comgás PNA34
Taesa 31
Cemig PN25
Banco do Brasil22
BM&FBovespa2-
CCR22
Grendene22
Light 23
CPFL Energia21
Vale PNA21
Oi PN22
Comgás PNA43
Valid32

Ficou mais difícil viver de renda, diz Benjamin Steinbruch


"Quem quiser obter rendimentos mais elevados terá de arregaçar as mangas e correr mais riscos", disse Steinbruch, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo 


SÃO PAULO - Com a queda das taxas de juros, viver de renda no Brasil está cada vez mais difícil. Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (9), o diretor-presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Benjamin Steinbruch, lembrou que, antes, o investidor que aplicava em renda fixa conseguia retornos reais (acima da inflação) bastante elevados.
Assim, com os juros altíssimos, os brasileiros ficaram acostumadas a, durante décadas, receber rendimentos sem fazer esforço nenhum e sem correr riscos. “Os títulos do governo eram seguros e rendiam sempre bem mais do que a inflação. Frequentemente, proporcionavam retornos melhores do que o de operações industriais e comerciais”, pontuou Steinbruch.

Com os seguidos cortes da Selic, que desde agosto de 2011 recuou 5 pontos percentuais, de 12,5% para 7,5% ao ano, ele lembra que a taxa de juros brasileira deixou de ser a mais alta do mundo, apesar de ainda estar distante das demais taxas internacionais - muitas próximas de zero. A consequência direta disso é que os investidores precisarão se esforçar muito mais para conseguirem retornos satisfatórios. “Quem quiser obter rendimentos mais elevados terá de arregaçar as mangas, investir em operações produtivas de longo prazo e correr mais riscos”, disse.
Neste cenário, o executivo aponta que é possível notar que os investidores já começam a aplicar mais em atividades ligadas à produção. “Pessoas físicas já procuram fundos imobiliários e outros papéis ligados à construção. À medida que a situação global tenda a se estabilizar, também buscarão, certamente, ações de empresas que remunerem bem seus acionistas e mantenham boas práticas de gestão corporativa”, afirmou.


Por Diego Lazzaris Borges 
|14h11 | 09-10-2012 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

“O eleitor só consolida os votos no final”


Final feliz:  Cezar Cim, do PP, com 2.736!!!



Entrevista: Márcia Cavallari Nunes, diretora do Ibope


O resultado oficial da eleição em Blumenau foi diferente daquele mostrado pela pesquisa de intenção de voto divulgada pelo Ibope na última quinta-feira. Aqueles dados apontavam a candidata do PT Ana Paula Lima (PT) na liderança, seguida de Jean Kuhlmann (PSD) e Napoleão Bernardes (PSDB), tecnicamente empatados. Márcia Cavallari Nunes, diretora do Ibope, explica o porquê desta diferença.

Jornal de Santa Catarina - A pesquisa divulgada quinta-feira, que mostrava liderança da candidata Ana Paula Lima (PT), estava equivocada?

Márcia Cavallari Nunes - A eleição municipal é muito difícil, porque as mudanças são bruscas e rápidas. Os dados da pesquisa divulgada quinta foram coletados nos dias 1º e 2. Não refletiu o último debate e nem repercutiu detalhes que ocorreram depois do dia 2. Ou seja, não mediu uma possível onda que ocorreu nestes dias.

Santa - Pela experiência que o Ibope tem em outras pesquisas pelo Brasil, é normal uma virada como a que ocorreu em Blumenau, onde o terceiro colocado nas intenções de voto liderou a votação?
 

Márcia - É frequente e se dá pela volatilidade da eleição municipal. Outro ponto a considerar foi que na última pesquisa espontânea (onde os nomes não são apontados ao entrevistado), 23% dos eleitores não declararam votos. Ou seja, quase um quarto dos eleitores. E isso pode ter feito a diferença. E, apesar de responder à pesquisa, a gente percebe que o eleitor só consolida os votos nos últimos dias.

Santa - Alguma chance da metodologia usada nestas pesquisas ser revista?
 

Márcia - Cada eleição é um aprendizado. Desde o dia 1º, o Ibope fez 26 pesquisas nas capitais e outras 54 em municípios de interior. Em cada pesquisa, temos um intervalo de confiança por amostragem. Nesta específica de Blumenau, o intervalo era de 95%. O resultado talvez tenha ficado fora da margem de erro por conta de uma grande onda do PSDB, que já mostrava nas outras pesquisas uma curva crescente.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

VIVO: Bons dividendos e perspectivas de crescimento


SÃO PAULO - Em meio à turbulência dos últimos meses com o setor de energia, as ações das elétricas, que costumavam ocupar a liderança entre as mais recomendada de dividendos, deram um certo espaço para os ativos de companhias de outros setores em setembro.  Com isso, os papéis da Telefônica Brasil (VIVT4) ganharam espaço em setembro, liderando as recomendações de bancos e corretoras no portfólio de dividendos, com oito recomendações dentre as doze carteiras - quatro citações a mais do que as obtidas no mês anterior.
stand da Vivo - telefonia


Mudanças à vista para elétricas
As perspectivas ruins para as companhias elétricas se deram em meio às declarações emitidas pelo governo de redução das tarifas de energia elétrica, além da proximidade do período de renovação de concessões para algumas companhias. Assim, o IEE (Índice de Energia Elétrica) - que funciona como um termômetro para o setor - registrou forte baixa de 5,57% em agosto. 
De acordo com o Itaú BBA, o setor de energia pode apresentar uma mudança substancial, com as medidas anunciadas pelo governo para redução das tarifas. Para a equipe de análise, o movimento pode causar muita volatilidade para as ações, comprometendo a forte distribuição de lucros destas empresas nos próximos anos.
Entretanto, apesar da queda no número de citações, as ações do setor seguem como uma das preferidas entre os analistas para a composição de um portfólio de dividendos. O terceiro lugar, apesar do maior pessimismo com o setor, é ocupado pelas ações preferenciais da Cemig (CMIG4) e da Tractebel (TBLE3), caindo uma posição em relação ao mês anterior. 
Mas, dentre as novidades, esteve o aumento do número de recomendações fora do setor de energia, como a ascensão da Comgás (CGAS5), que conseguiu o quarto lugar dentre as mais recomendadas, totalizando quatro votos. Outras ações que antes pouco apareciam e agora chamam mais a atenção dos analistas são as da Cielo (CIEL3) e Valid (VLID3), cada uma recebendo três votos. 
Com três citações também, estiveram os papéis da Mahle Metal Leve (LEVE3) e, entre as elétricas, os ativos da Coelce (COCE5), da Light (LIGT3), e Transmissão Paulista (TRPL4). Vale ressaltar que esta última liderou o ranking das carteiras em junho e julho.  Com duas recomendações, ainda estiveram os ativos da Energias do Brasil (ENBR3) e, fora do setor, os papéis do Banco do Brasil (BBAS3), Eternit (ETER3), CCR (CCRO3), Grendene (GRND3) e Ambev (AMBV4). 
Para a compilação deste mês de setembro, foram utilizadas para as carteiras de dividendos elaboradas pela Ativa Corretora, Bradesco Corretora, Citi Corretora, Coinvalores, Banco Fator Corretora, HSBC, Itaú Dividendos, Omar Camargo, SLW, Rico, UM Investimentos e XP 
VIVT4: bons dividendos e perspectivas de crescimento
Retomando a liderança - após quatro meses fora do topo do ranking, as ações da Telefônica Brasil foram as preferidas dos bancos e corretoras. Isso é resultado da combinação de bom pagamento de dividendos e perspectivas de crescimento através de sinergias.
A Citi Corretora ressalta ainda que a empresa apresenta um fluxo de caixa elevado e estável. Além disso, no mercado de telefonia móvel, a Telefônica Brasil apresenta indicadores operacionais fortes  e elevada base nos segmentos 3G e planos pós-pagos.
Além desses fatores, a conclusão da reestruturação operacional da Telefônica permite traçar um cenário otimista com relação aos ganhos de sinergia com a incorporação da Vivo, aponta a SLW Corretora. O cenário de maior aceleração crescimento da economia brasileira  e o desenvolvimento de uma nova plataforma de serviços deve beneficiar a companhia telefônica, de acordo com os analistas.
GETI4: fluxo de caixa e resultados estáveis
A previsibilidade dos resultados, o bom pagamento de dividendos e a capacidade expansão são fatores apontados pelos analistas para a recomendação dos papéis da AES Tietê no mês.
A Coinvalores ressalta como positivo para a AES Tietê a estabilidade da receita pouco comum no mercado, já que a energia gerada está quase integralmente contratada em acordo bilateral com a Eletropaulo (ELPL4), a preços bastante favoráveis e reajustados anualmente pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado).
Entretanto, a analista da corretora, Sandra Peres, ressalta que, após 2015, quando vence o acordo, pode haver forte queda na receita da companhia. Até lá, segundo ela, os resultados da empresa são extremamente previsíveis.

CFO brasileiro é segundo mais bem pago do mundo


Trabalhar para chegar lá!

SÃO PAULO - Os CFOs brasileiros (diretores financeiros) são os segundos mais bem pagos do mundo, com mais de 41% destes profissionais que acumulam salários anuais de R$ 510 mil. O País só fica atrás dos Estados Unidos, onde mais metade destes profissionais recebem a mesma quantia ou mais.Segundo a pesquisa da Michael Page, o aumento salarial dos CFOs brasileiros é alavancado por inúmeros investimentos estrangeiros, que necessitam um gestor financeiro a altura para suprir a demanda.Para o diretor da consultoria em recrutamento, Ricardo Guedes, o momento para os altos salários irá permanecer, pois há uma previsão de crescimento nos negócios do País. Com a economia aquecida, os setores mais promissores são Tecnologia, Infraestrutura, Energia (Oil&Gás), Varejo e Agronegócios.Outros países Além do Brasil, outros países da américa do Sul, como Colômbia Peru e Chile, também deverão ter melhores remunerações, devido ao crescimento econômico local. Na América do Sul, o percentual equivalente é de 29%, o que coloca o Brasil em um patamar salarial bem acima da média do continente.

Na Europa, porém, o percentual de executivos com remuneração superior a US$ 255 mil anuais não ultrapassa a casa dos 13%. Sinal evidente da crise econômica que assola o continente. A Europa é a única região que concentra 59% dos CFOs com remuneração inferior aos US$ 155 mil anuais, enquanto que nos Estados Unidos é de 23% e na América do Sul 37%. Infomoney.

sábado, 29 de setembro de 2012

Planejamento Financeiro.




































Conforme prometido segue como ficou a versão impressa.

 "Alô Dudalina" (Jornal interno da empresa Dudalina). O Acima é apenas um modelo, e pode ser visto com mais detalhes em: Orçamento controle de gastos (clique aqui).

E você!? Já montou seu orçamento!?
Muito obrigado!